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5 sinais clássicos que seu estudo para concurso está errado

Por outubro 16, 2020outubro 23rd, 2020Sem comentários
5 sinais clássicos que seu estudo para concurso está errado

Estudar muito e estudar bem não são sinônimos. Se fossem a mesma coisa, nosso estudo seria bem mais fácil. Por isso, é preciso ter atenção aos sinais clássicos que seu estudo para concurso está errado.

Dependendo do jeito que estudamos, usamos um método que não nos permite medir o nosso desempenho. E não podemos melhorar o que não medimos, não é mesmo?

Com o método de estudo para concurso errado, podemos passar meses (ou até anos) no mesmo lugar, nos matando de estudar da forma errada. E, ao final disso tudo, culpamos nós mesmos, como se “não tivéssemos nascido para isso”.

Bem, antes da quantidade, vem a qualidade. Até mesmo uma hora por dia pode ser suficiente para você progredir.

Hoje, a leitura não será sobre como melhorar seu método de estudo. Aproveitaremos a oportunidade para mostrar a você como não estudar, para que assim olhe para dentro de si mesmo e saiba que sim, há um jeito mais fácil de fazer isso.

Só com autoconhecimento vem a superação. Podemos melhorar facilmente o que nós sabemos que está errado, mas não temos como melhorar o que não sabemos no nosso estudo.

Portanto, se você se vê nos próximos exemplos, fique feliz. Pequenas ações podem melhorar muito seu desempenho.

1. Você não mede seu desempenho

Este é o campeão dos maus hábitos e um sinal de que seu estudo para concurso pode estar errado. Nós não fomos feitos para passar o dia estudando. Fomos feitos para seguir nossos instintos e fazer o que nos dá na telha.

Para conseguir ir de encontro aos estudos, precisamos de uma série de cuidados, senão nosso cérebro vai nos sabotar. Simples assim.

Para que um plano de longo prazo não seja abandonado, nosso cérebro precisa ter certeza absoluta que estamos melhorando.

Se tivermos alguma dúvida no subconsciente que aquelas horas que passamos todos os dias não estão sendo úteis, nosso cérebro responderá com desmotivação. E nós desistimos.

É necessário um sistema forte, que nos permita saber que estamos melhorando, que responda com o menor incremento possível de estudo. É por isso que nós usamos inteligência artificial para fazer nossos simulados adaptativos na nossa plataforma premium.

Com eles, nós selecionamos as melhores questões para você. Aquelas que estão mais próximas do seu nível de dificuldade, por exemplo, filtramos automaticamente questões com interpretações ambíguas.

Assim com uma pequena quantidade de questões respondidas, você pode avaliar rapidamente se está melhorando ou piorando.

Como auditor do TCU, os simulados da EduQC Concursos foram essenciais para me manter motivado.

Era muito motivador encarar um simulado após alguns dias de estudo e sentir que ele subia um pouco. Ele é tão sensível que eu evitava fazer à noite antes de dormir, pois, como estava cansado, isso fazia com que o score diminuísse.

2. Você não intercala matérias

É muito confortável pegar um livro e estudar ele todo de uma vez, não é? Afinal de contas, um assunto puxa o outro e tudo é visto de maneira bem suave. Pois bem, a zona de conforto é um dos nossos grandes inimigos.

Rotacionar matérias traz um duplo efeito positivo:

  • Primeiro, nosso cérebro aprende melhor quando estudamos coisas diferentes simultaneamente.
  • Segundo, intercalar matérias nos faz digerir o assunto mais lentamente, o que facilita a consolidação da memória.

Se rotacionar matérias faz você se cansar mais rápido, ótimo. É sinal que está sendo exigido. Como disse anteriormente, primeiro se preocupe em estudar bem. Depois, em estudar muito.

Vantagens de intercalar matérias3. Suas metas são irreais

Outro campeão de desmotivação de candidatos é idealizar metas irreais. Quem nunca viveu isso, né? De repente, sentimos que estamos lá atrás e dizemos: “a partir de hoje, vou estudar um ‘tantão’ assim todos os dias, sete dias por semana”.

E, alguns dias depois, nós não conseguimos bater nossa meta e ficamos frustrados.

Comece com metas simples. Menos do que você acha que pode estudar. Nós humanos somos muito otimistas e sempre vamos planejar mais do que podemos estudar.

Coloque metas mais simples, sinta o prazer de atingi-las e vá além. Imagine que você estudou três horas em um dia (muito bem!).

Pense agora na diferença na motivação se nós tivéssemos colocado uma meta de quatro ou de duas horas. No primeira caso, sairíamos tristes. No segundo, iríamos dormir pensando em estudar ainda mais no outro dia.

É por isso que, em nossa plataforma, nós colocamos a meta inicial abaixo do que você informa que tem disponível de tempo.

Assim, o estudante bate a meta, vai além e se mantém motivado. E, se ele consistentemente superar a meta, o próximo ciclo automaticamente virá mais desafiador.

4. Você não se premia

Pode parecer bobagem, mas o mecanismo de premiação é poderosíssimo nos animais. Você não é exceção. Quem já teve um cachorro sabe que, para ensinar novos hábitos, deve-se premiá-lo quando ele age corretamente.

Devemos batalhar pelos nossos objetivos e saborear as pequenas vitórias do processo. Com estes pequenos momentos, será mais fácil para nosso cérebro se manter em curso e evitar tentações e frustrações.

Pense em algo que você goste. Por exemplo, eu gosto de seriados. Então, toda vez que eu atinjo uma meta, eu assisto um episódio. Aprenda com o passo 3 e coloque uma meta modesta para você (se ficar muito fácil, depois você aumenta). Ao atingi-la, se premie com algo legal, sem exageros.

Mecanismos de recompensa são poderosíssimos e, quando bem utilizados, facilitam (e muito!) sua jornada.

5. Você usa métodos passivos de estudo

As atividades cerebrais consomem muita energia, inclusive a consolidação da memória. Por causa disso, nosso cérebro tem que ser muito seletivo sobre quais memórias ele vai criar para a gente.

Para que você possa convencê-lo que vale a pena gravar aquela aula de Direito Constitucional que você estudou, por exemplo, você deve usá-la intensamente durante o seu estudo.

Tem gente que lê um livro inteiro e a única atividade que faz é grifar. Isto é algo extremamente passivo para nosso cérebro.

E de novo caímos na armadilha da zona de conforto. Achamos que estamos progredindo, mas na verdade só conseguimos estudar horas a fio porque usamos um método que não desafia nosso cérebro.

Existem vários métodos comprovados pela ciência que são mais eficazes do que grifar um livro. Mas um deles se destaca na realidade de quem faz concurso: fazer questões.

Ao fazer questões nós revivemos ativamente o que acabamos de estudar e, com isso, fazemos nosso cérebro entender que aquilo que acabamos de estudar é importante e deve ser guardado na memória.

Se, ao contrário, nós apenas lemos um capítulo e nunca exercitamos, aquela informação nunca será gravada eficientemente na nossa memória. Nosso cérebro entende que não vale a pena decorar aquilo.

Não caia na armadilha de achar um jeito confortável de estudar e não querer mais sair dele. Faça questões. Muitas questões.

Bem, todos nós já vivenciamos um pouco desses 5 itens, não é? Esperamos que tenha gostado deste artigo e, se você se identifica com ele, fique feliz. Você acabou de encontrar ótimas maneiras de melhorar, e muito, seu desempenho!

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